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segunda-feira, 1 de junho de 2015

MODA CONCEITUAL




Quem lê o blog há muitos anos, sabe a minha completa adoração por moda conceitual, principalmente quando a moda que estamos falando é voltada ao público masculino e realmente consegue mexer com as pessoas e causar reações diferentes nas pessoas. Sempre quando eu assisto a um desfile de moda conceitual me lembro dos meus dias no colégio quando eu costumava folhear os livros didáticos atrás das fotografias de publicidade, ou registros dos desfiles do Galliano, Armani, Chanel que as editoras costumavam colocar, principalmente nos livros de língua portuguesa.. Sim, parece estranho mas sempre existia alguma figura desse tipo nos livro didáticos e eu era encantado com aquelas roupas que a gente não vê em qualquer lugar, e quando criança existem apenas em nossa imaginação. Esse era basicamente meu maior contato com moda naquele tempo. Mentes brilhantes como a desses designers (e outros mais recentes, como Iris Van Harpen, McQueen, designers de diversas gerações.) tem a missão de apresentar à "comunidade da moda" o que o mundo usará em 10 ou 20 anos, mesmo pensando a coleção da próxima estação. Muito do que vi 15 ou 16 anos atrás nesses livros são roupas extremamente usáveis nos dias de hoje, principalmente com o crescimento da cultura pop e das redes sociais. É por isso que me encanto quando vejo qualquer manifestação de arte ou cultura através de roupas por que me lembram deste pedaço da minha infância e o quanto essa pequena amostra de moda, presente nos livros que eu folheava, me influenciou. Claro que nem tudo na moda conceitual é sentimento e expressão de artística, a mesma tem muito de mercado. Por serem roupas menos usáveis pro publico em geral, são essas peças que ditam o mood da coleção, da estação e o branding a ser explorado, todo o sentido que a coleção terá. Também são elas que geralmente aparecem nas campanhas que instigarão o desejo nos consumidores e indicará os caminhos para uma segunda coleção que é a comercial. Essas peças também são grandes fontes de pesquisa para as casas de moda, as grandes fábricas têxteis, para os próprios designers e os artistas que colaboram com a coleção, pois essas peças permitem o estudo de novos formatos, novos cortes, utilização de novos tecidos e materiais, e desenvolvimento de novas tecnologias que podem até não estar sendo usadas nesta peças, mas foram percebidas necessárias durante esse processo de criação. Ou seja, toda a indústria de vestuários, por mais comercial que seja, acaba se beneficiando da moda conceitual. Esse mercado é ou não é fascinante?


João Pimenta Verão 2016. João Pimenta, atualmente,  é o estilista de
 moda masculina mais conceitual do Brasil.







domingo, 15 de maio de 2011

Modas, quem está livre?


Eu tenho notado que as pessoas andam meio de saco cheio das modas, meus olhos se abriram devido minhas leituras  constantes em busca de resposta pro meu futuro TCC, Gucci virou quase que capa oficial de todas as publicações existentes no mercado , e a Prada acompanhou, a Chanel tem sido alvo de ódio de fashionistas mundo a fora. Nesse meio de coisas que vem e vão tão rápido, que um dia estão in e outro estão out, onde o over ganhou espaço ao lado do minimal, não é facil enxergar a moda com seus próprios olhos e seguir seus próprios gostos, seguir a moda se tornou involuntariamente, involuntário, sem medo de redundar.
Não há como não seguir a moda, mesmo se vestindo como se quer, todos fazem parte de um grupo e se não seguimos as modas das mags por aí, seguimos as modas do grupo ao qual pertencemos. Aquele que diz: "eu me visto como me sinto bem, não sigo a moda!" mente sem intenção de mentir.  Eu mesmo, gosto de inovar e pra mim tudo andava muito bobo, pois eu não queria exagerar mas não aguentava mais me vestir da mesma forma, até que  renasce (E vale a pena prestar atenção nessa palavra quando se pensa em moda atualmente: RENASCER) com força total a Moda do color block, que atualmente é a unica que me empolga e me apetece a experimentar, ousar, sem extrapolar mais do que eu me permitiria. Claro que ainda está cedo pra eu debatar esse tema, de complexidade máxima, mas fica aqui o meu questionamento: Modas, quem está livre?




Modas, quem está livre?


Eu tenho notado que as pessoas andam meio de saco cheio das modas, meus olhos se abriram devido minhas leituras  constantes em busca de resposta pro meu futuro TCC, Gucci virou quase que capa oficial de todas as publicações existentes no mercado , e a Prada acompanhou, a Chanel tem sido alvo de ódio de fashionistas mundo a fora. Nesse meio de coisas que vem e vão tão rápido, que um dia estão in e outro estão out, onde o over ganhou espaço ao lado do minimal, não é facil enxergar a moda com seus próprios olhos e seguir seus próprios gostos, seguir a moda se tornou involuntariamente, involuntário, sem medo de redundar.
Não há como não seguir a moda, mesmo se vestindo como se quer, todos fazem parte de um grupo e se não seguimos as modas das mags por aí, seguimos as modas do grupo ao qual pertencemos. Aquele que diz: "eu me visto como me sinto bem, não sigo a moda!" mente sem intenção de mentir.  Eu mesmo, gosto de inovar e pra mim tudo andava muito bobo, pois eu não queria exagerar mas não aguentava mais me vestir da mesma forma, até que  renasce (E vale a pena prestar atenção nessa palavra quando se pensa em moda atualmente: RENASCER) com força total a Moda do color block, que atualmente é a unica que me empolga e me apetece a experimentar, ousar, sem extrapolar mais do que eu me permitiria. Claro que ainda está cedo pra eu debatar esse tema, de complexidade máxima, mas fica aqui o meu questionamento: Modas, quem está livre?




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