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domingo, 15 de maio de 2011

Modas, quem está livre?


Eu tenho notado que as pessoas andam meio de saco cheio das modas, meus olhos se abriram devido minhas leituras  constantes em busca de resposta pro meu futuro TCC, Gucci virou quase que capa oficial de todas as publicações existentes no mercado , e a Prada acompanhou, a Chanel tem sido alvo de ódio de fashionistas mundo a fora. Nesse meio de coisas que vem e vão tão rápido, que um dia estão in e outro estão out, onde o over ganhou espaço ao lado do minimal, não é facil enxergar a moda com seus próprios olhos e seguir seus próprios gostos, seguir a moda se tornou involuntariamente, involuntário, sem medo de redundar.
Não há como não seguir a moda, mesmo se vestindo como se quer, todos fazem parte de um grupo e se não seguimos as modas das mags por aí, seguimos as modas do grupo ao qual pertencemos. Aquele que diz: "eu me visto como me sinto bem, não sigo a moda!" mente sem intenção de mentir.  Eu mesmo, gosto de inovar e pra mim tudo andava muito bobo, pois eu não queria exagerar mas não aguentava mais me vestir da mesma forma, até que  renasce (E vale a pena prestar atenção nessa palavra quando se pensa em moda atualmente: RENASCER) com força total a Moda do color block, que atualmente é a unica que me empolga e me apetece a experimentar, ousar, sem extrapolar mais do que eu me permitiria. Claro que ainda está cedo pra eu debatar esse tema, de complexidade máxima, mas fica aqui o meu questionamento: Modas, quem está livre?




Modas, quem está livre?


Eu tenho notado que as pessoas andam meio de saco cheio das modas, meus olhos se abriram devido minhas leituras  constantes em busca de resposta pro meu futuro TCC, Gucci virou quase que capa oficial de todas as publicações existentes no mercado , e a Prada acompanhou, a Chanel tem sido alvo de ódio de fashionistas mundo a fora. Nesse meio de coisas que vem e vão tão rápido, que um dia estão in e outro estão out, onde o over ganhou espaço ao lado do minimal, não é facil enxergar a moda com seus próprios olhos e seguir seus próprios gostos, seguir a moda se tornou involuntariamente, involuntário, sem medo de redundar.
Não há como não seguir a moda, mesmo se vestindo como se quer, todos fazem parte de um grupo e se não seguimos as modas das mags por aí, seguimos as modas do grupo ao qual pertencemos. Aquele que diz: "eu me visto como me sinto bem, não sigo a moda!" mente sem intenção de mentir.  Eu mesmo, gosto de inovar e pra mim tudo andava muito bobo, pois eu não queria exagerar mas não aguentava mais me vestir da mesma forma, até que  renasce (E vale a pena prestar atenção nessa palavra quando se pensa em moda atualmente: RENASCER) com força total a Moda do color block, que atualmente é a unica que me empolga e me apetece a experimentar, ousar, sem extrapolar mais do que eu me permitiria. Claro que ainda está cedo pra eu debatar esse tema, de complexidade máxima, mas fica aqui o meu questionamento: Modas, quem está livre?




sexta-feira, 6 de maio de 2011

20 years.



06.05.1991

"There's no reasons... No excuses.
There's no secondhand alibis,
just some black ink on some blue lines and a shadow you won't recognize.
In the meantime I'll be waiting for twenty years and twenty more
I'll be praying for redemption and your note underneath my door
just your note underneath my door"

Happy Birthday to me.



20 years.



06.05.1991

"There's no reasons... No excuses.
There's no secondhand alibis,
just some black ink on some blue lines and a shadow you won't recognize.
In the meantime I'll be waiting for twenty years and twenty more
I'll be praying for redemption and your note underneath my door
just your note underneath my door"

Happy Birthday to me.



quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Esperando.

Olho no espelho. Talvez.
Olho outra vez. Ninguém.
Talvez.
Deito-me. Sento-me.
Jogo cartas sozinho. Fumo alguns cigarros, vários.
Olho pela janela. Talvez.
Não olho de novo. Ninguém.
Que importa?
Talvez.
Dispo-me. Visto-me.
Faço qualquer oração. Ando de um lado pro outro, mas paro.
Não olho pra lugar algum. Fico de olhos fechados.
Deito-me novamente.
Talvez.
Sim. Não.
Chegou?
Quem é?
O quê? Pizza?
Não, não. Não pedi.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

tudo novo.



Sonhos. Mares desbravados. 
Tudo calmo e tudo tão inquieto.
Um sol, uma lua, talvez estrelas.

Nada de mais acontece,
nenhuma das feridas saram.
E eu peço calma, e eu tenho calma,
mas nada demais acontece.

O adeus foi antes do último beijo,
e se já não pensa direito, o que direito pensaria,
pensa menos certo ainda agora com o coração.

E dói, e remói e se contorce por inteiro
e nenhuma das feridas saram.
Solidão? isso não se sente.
tristeza? isso não se repete.

Sonhos. Mares desbravados. Tudo calmo e tudo tão inquieto.
Um sol, uma lua, talvez estrelas.
Nada de mais acontece, nenhuma das feridas saram
tudo está bem, aparentemente.
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