segunda-feira, 11 de abril de 2016

POR QUE EU NÃO FARIA BOTOX AOS 25 ANOS.


Essa semana falei sobre Botox com uma amiga e depois fiquei pensando no quanto procedimentos estéticos como esse estão crescendo entre os jovens, já que sempre foram associados à senhoras ou senhores mais velhos, que não querem envelhecer. Eu ando muito curioso pra saber os motivos que estão levando alguns rapazes da minha idade a aplicar Botox e fazer outros procedimentos estéticos mais avançados, mesmo sem haver uma necessidade real para isso. Claro que respeito a decisão de cada um, mas me intriga imaginar se seriam apenas questões estéticas, moda, etc. Por mais que você não goste de uma linha de expressão, ou um formato diferente do seu rosto, não seria uma importante parte da criação a aceitação pessoal? O jovem  de hoje tem maturidade suficiente pra uma mudança tão séria? Me questionei bastante, mas não consegui responder nenhuma pergunta com certeza, e por isso não faria Botox aos 25.

Com o avanço das redes sociais, a popularização da moda e do estilo, e a massificação de "modelos de perfeição" a serem seguidos, fez cm que jovens, tão imersos na cultura da vaidade se vejam obrigados a reconfigurar seus rostos e formas para se encaixarem no padrão estético da internet. Praticamente todo mundo na TV, nos filmes, nos perfis mais seguidos das redes sociais se enquadram num mesmo padrão estético, e quem é que não quer se parecer com o galã do seriado, ou a celebridade do reality show?



Pesquisando sobre o tema pra escrever esse post me deparei com uma reportagem do Daily Mail sobre a importância do apoio das esposas, na decisão de homens de meia idade, na decisão de aplicar Botox. Muitos deles tomaram essa iniciativa por vaidade, insegurança e necessidade de se sentir melhor com eles mesmos. Ler esse texto me chamou novamente a atenção pra pensar os fatores que direcionam garotos da minha idade a esses métodos. Não seria importante pensar nas inseguranças, vaidade e necessidade de se sentir mais confortável no seu próprio corpo e trabalhá-las na formação do jovem? Como jovem, onde está o aprendizado? Realmente não sei, mas ainda estou pensando sobre isso. 

Claro que essa é uma avaliação pessoal, se eu quero e considero que algo seja adequado, não devo me privar por que as outras pessoas não consideram essa opção. Esse é talvez um dos principais pensamentos que as pessoas se esquecem. Se você quer, vá ser feliz. Pra mim, a melhor opção pro momento é usar o Facetune. Mas isso seria a mesma coisa? Os questionamentos continuam.


E você o que acha? Faria Botox? 





domingo, 10 de abril de 2016

O REPELENTE DE HOMENS QUE VIROU NEGÓCIO.


Leandra Medine, pode parecer apenas mais uma blogueira de moda como tantas outras, espalhadas pelas bilhões de páginas da internet ou rede sociais, mas quando conhecemos melhor Men Repeller (RELEPENTE DE HOMENS) essa comparação foge, no meio dos mais diversos pontos de vista apresentados sobre cotidiano, feminismo, vida adulta, contemporânea e moda como business, moda como lazer e moda como arte, de um jeito que não faz cansar. Leandra, fala de bolsas, casacos, joias e maquiagem, mas não se perde no meio do assunto, não vira coadjuvante num texto repleto de branded content, ao contrário imprime sua critica, entretêm e informa.



Conhecida por seus textos cheios de referencias literárias, históricas e com um teor "feminista demais" para moda, o patinho feio dos blogs de moda se tornou um admirado cisne. Consolidado, o site hoje é considerado um dos sites mais importantes para jovens interessados em pensar moda, não apenas consumi-la. Leandra por sua vez é considerada uma empreendedora de sucesso, e uma voz a ser ouvida na nossa geração. Considerada pela FORBES uma das pessoas mais influentes com menos de 30 anos, pelo crescimento do seu negócio, a jornalista é o exemplo perfeito a ser seguido quando o assunto é balancear, trabalho, vida pessoal, prazer, lazer, vida social. 

Já conhecem o trabalho dela? Me contem o que acharam nos comentários.







quinta-feira, 7 de abril de 2016

MAXWELL - THIS WOMAN'S WORK


Existem músicas que mesmo tristes nos fazem sentir mais leves e felizes. Paradoxalmente, elas mostram que não somos os únicos passando por determinados momentos ou  os únicos com determinado modo de agir e pensar, esse efeito agregador, nos faz parte de um grupo e isso, por mais egoista que possa parecer, nos faz bem. 








quarta-feira, 6 de abril de 2016

A ARTE ENCONTRA TUDO


Eu sou fascinado por arte. Poucas coisas no mundo dizem tanta coisa, com tão pouco. Da mesma forma que poucas coisas tem o poder se tornar referencias tão fortes, que evoluem de um objeto em uma construção arquitetônica, de um recorte em um design , de uma pintura em uma cena de filme. Tentando traduzir o pensamento humano sobre tudo, Arte se torna referência para todas as ações humanas, um ciclo vicioso, infinito e belo. 







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